(Rafael de Ascenção)
Tentamos toda vez fugir pensando que a fuga nos define...
Tentamos toda vez mentir pensando que as mentiras nos agradam...
Tentamos toda vez nos proteger achando que a proteção vai nos fazer felizes...
Tentamos e erramos com a mesma velocidade com a qual nos despedimos do que realmente amamos...
Por isso...
Amo-te como quem respira o mais límpido ar...
Amo-te como quem espera o amor gratuito...
Amo-te, ao mesmo tempo, como quem não espera ser amado...
Amo-te como quem espera o certo no errado...
Amo-te como jamais me amei...
Espero-te como quem jamais esperou por si...
Desejo-te como jamais desejei alguém um dia...
E por isso exalto-te como jamais queria...
Sonho como quem jamais sonhou...
Elimino-me como quem jamais se eliminou.
Defino-me como quem ama a mais
Desejo-te, como quem espera a paz.
Tantos pesares...
ResponderExcluirTh.